COQUETELEIRA DE SONS (2)

Este radioclip es de texto y no tiene audio grabado.

Otimize o uso de teu console conhecendo as diferentes saídas de som.

Se no radioclip anterior nos ocupamos das entradas de um console, vejamos agora as diferentes saídas que dispomos.

▪ SAÍDAS

Master ou Main (5)

É a saída principal de um console. Nas de rádio é a que levamos ao transmissor e é conhecida como saída de programa ou PGM. Nos consoles de produção é o sinal que gravamos e, nos de DJ´s ou concertos, é a saída que amplificamos para que todos a ouçam. São saídas estéreo com dois canais, esquerdo (L) e direito ®, com conectores Jack ou XLR.

Alterna ou Subgrupos (6)

Nos consoles de rádio é conhecida como PGM2 ou audição, um segundo sinal que pode ser usado para monitores, gravação…

Nos consoles grandes há várias saídas alternas chamadas subgrupos ou buses. São muito úteis para gravar ou para o monitoramento. Suponhamos que estamos gravando um disco por pistas. A saída master não terá muita utilidade já que não queremos, de momento, um sinal adicional.

O canal de entrada do violão o atribuímos ao subgrupo 1. A conexão da saída subgrupo 1 a levaremos, através de uma placa de áudio multicanal, a um dos canais virtuais do computador, e assim sucessivamente com todos os instrumentos. Desta forma, cada um tem seu caminho direto e independente. Este caminho começa e termina com conectores Plug ou XLR.

REC, Tape ou gravação (7)

Muitos consoles de produção não têm saídas de subgrupo, mas em vez disso têm um envio para gravar a mixagem que sai do console em um cassete ou em um computador. Em alguns consoles esta saída é indica como Tape Out. Na maioria são conectores RCA.

Control Room (8)
Esta saída é a que é usada para o monitoramento. Vejamos um caso concreto de um pequeno estúdio de produção.

A saída master a levamos à entrada de gravação do computador. Mas necessitamos ouvir o som enquanto editamos. Para isso usamos a saída de Control Room. Com o master controlamos o volume do sinal que gravamos, mas o som que ouvimos é independente e o manejamos com botões diferentes. A saída de Control Room é levada a um amplificador de som e a saída deste a umas cornetas ou monitores de estúdio. Às vezes, ouvimos o som da sala alto e baixamos o master. Isto é um erro. O master deve ser deixado em 0 db e o que deve ser baixado ou aumentado é o Control Room.

Muitos consoles de rádio também têm esta saída de monitoramento. É usada para ouvir no estúdio ou na sala de locução o que sai ao ar. Por exemplo, estamos em um programa ao vivo e está soando um corte de uma entrevista. Os convidados precisam ouvi-la e, se não temos fones de ouvido para todo mundo, colocamos nas caixas de som servem de retorno.

A maioria dos consoles de rádio profissionais têm um sistema de muda das saídas de monitoramento. Isto é, que ao acabar a música e abrir o canal do microfone para que falem os locutores, o monitoramento é cortado e já não se ouve nada pelo viva-voz. Isto evita acoplamentos, esse efeito insuportável que se produz quando falamos no microfone diante de uma caixa de som.

Phones (9)

Para conectar fones de ouvido e monitorar o áudio com eles.


CONTROLES DE SAÍDA

Acabamos de ver os diferentes tipos de saída, mas há uma parte do console que controla todas elas. Costuma estar à direita do equipamento. Nesse lugar temos os faders (10) da saída principal (master ou Main Mix) e os de saída dos subgrupos. Seu número dependerá do modelo do console. Também há controles para a saída de fones de ouvido, Control Room (11)…

Uma parte vital que também encontramos nesta zona são os vumeter (12). Estes indicadores nos permitem conhecer o nível de sinal que sairá do console. Se estamos saturando muito terá um excesso de sinal, os leds do vumeter ficarão em vermelho e baixaremos o nível. Se, pelo contrário, ficamos curtos e as luzinhas não acendem, devemos aumentar os níveis de entrada.

DULO DE EFEITOS INTEGRADOS
Alguns consoles, sobretudo pensados para produção, trazem diferentes efeitos integrados como reverberações e delays.

AUXILIARES
A nível profissional, para concertos ao vivo, por exemplo, é preferível usar módulos externos de efeitos, aparatos que recebem um sinal do console, o processam e o devolvem. Para estes módulos externos são usados principalmente as entradas auxiliares. Pelo SEND mandamos a voz para a entrada do módulo externo de efeitos. O equipamento acrescenta uma reverberação e regressa a voz processada ao console pela entrada de RETURN. A maioria destas conexões se faz com conectores tipo Plug.

Repassadas as diferentes partes do console, nos centraremos no próximo radioclip em um dos canais de entrada com todas suas funções e botões.

BIBLIOGRAFÍA
Manual para Radialistas Analfatécnicos, de Santiago García Gago. http://www.analfatecnicos.net . Uma produção de Radialistas.net e UNESCO.

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